3.6.05

how many roads must a man walk down?

eu fico um tempão quieta, aí de repente me dá vontade de falar de várias coisas e não sei o que vale a pena por, e se rola por tudo junto, ou se é pra eu ir picotandinho e refletindo e blablablá.

vou picotar, acho.

hoje eu vi o hitchhiker's guide to the galaxy, sozinha, como de praxe. queria ter tido tempo de passar em casa antes e pegar minha toalha, mas nem deu. fiquei pensando que é o tipo de filme perfeito pra ir em bando - todo mundo brandindo suas toalhas nos momentos climáticos et al. mas nem, né. então, vi. é um filme legal que tem algumas coisas em comum com os livros (que por sua vez tem alguma coisa em comum com a série do rádio, e assim por diante), então eu não me torro muito com a dessemelhança de fatos & atos. e ele tem, sim, seus pontos fortes de me fazer rir e ficar O_O e valer os R$6,50. e tem, claro, aquela deprimencia da fixação romantiquinha, as piadas meia-boca, aquele marvin redondão.

(a heart of gold é inimaginavelmente mais linda do que eu tive capacidade de pensar sozinha. a voz do snape marvin também. a fábrica em magarathea me deixou de boca aberta, literalmente. o arthur é, bem, o arthur, da ponta do roupão à pieguice. a festa a fantasia me fez quase-quase esquecer a fenchurch. <3 pro babelfish. mas eles nunca explicaram porquê as toalhas são tão importantes, a trillian era só semi-engolível e a cabeça do zaphod foi tão, tão decepcionante.)

mas podia ser pior, então eu digo almost perfect. sem contar que sofri um pequeno drama, ao escutar a narração de ninguém menos que o José Wilker fazendo a voz do guia. cheguei a procurar violentamente meu ingresso, pra garantir que não era dublado. nem era. ainda não entendi porque eles dublaram aquilo não. nem porque demoraram pra lançar aqui. nem porque ninguém me deu ainda uma camiseta com grandes letras amigáveis dizendo DON'T PANIC.

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