11.4.05



(porque eu estava numa taverna, recostada na parede bebendo do meu cálice rústico e comendo com as mãos engorduradas, e pela fresta nas pedras eu sentia o bafo do mundo - aquilo não era vento. abstraí o balcão e as mesas compridas. o caminho embaixo dos eucalitpos chacoalhava, mas as folhas não. eu fui para o topo do monastério conspurcado e dormi entre os tomos de forgotten lore, sobre um leito de peles mornas e pedaços de sonhos, porque eles não entram em mim. tive febre sem parar. apertei minhas veias saltadas com a ponta dos dedos & tive calafrios.)

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